História

FestaSãoRoque 219_1A Comunidade de São Roque nasceu da Novena de natal de 1980, quando alguns moradores fiéis e fervorosos sentiram a necessidade e a vontade de rezar a novena de natal em família. Após a novena de Natal surgiu então o desejo e a vontade de começar uma comunidade, apesar das condições precárias do bairro. Pediram a aprovação do Pe. Paulo pároco da Paróquia de São Benedito na época que então permitiu a celebração nas casas. Devido o crescimento e a participação a cada celebração surgiu então a necessidade de um espaço maior. Com o empenho e a oração da comunidade houve a doação de um terreno pelo Sr. Roque Pandini, onde com muita simplicidade foi construído o primeiro espaço celebrativo, uma capela cujo padroeiro escolhido foi São Roque. A primeira missa foi presidida em maio de 1981 pelo Pe. Paulo  e oficializado a comunidade de São Roque

Com o crescimento rápido da população este espaço logo tornou-se pequeno, e mais uma vez a comunidade arregaçou as mangas construiu um Galpão maior, comprou um terreno ao lado e iniciava então a construção de uma igreja maior, dando mais dignidade as pessoas que freqüentavam a comunidade. Sob a orientação de Pe. Geraldo as pastorais nasceram e logo davam  frutos, catequese familiar, crisma, pastoral da Saúde, RCC, Comunidades do Caminho Neo catecumenal e outras. A construção da Igreja foi rápida graças ao empenho e dedicação do povo. Havia festas, quermesses e muita alegria entre o povo.

Devido o crescimento constante e rápido houve a necessidade de ampliação novamente, mais um terreno foi adquirido graças à garra e empenho do povo de Deus que sempre acreditou. Iniciou-se a construção de um sobrado com salas para catequese e no piso superior a já sonhada casa paroquial. Foi com a dedicação e empenho dos padres que por aqui passaram e com esforço da comunidade que logo em breve o sonho de paróquia parece se realizar.

Já com o pastoreio de pe. João Marron  que vendo o grande crescimento dos fiéis, reúne os Conselhos e pede ao Bispo D. Amaury a criação de Paróquia. Com o Acompanhamento do Diácono Carlos José Virillo a comunidade se prepara para ser Quase Paróquia. Foi então que na festa de São Roque de 2001 a instalação da Quase Paróquia de São Roque, que muito em breve seria elevada à paróquia de São Roque, tendo como Pároco Pe. Carlos José Virillo. Deu-se a construção da secretaria, sala de atendimento e informatização.

Já  como Paróquia e com poucos recursos financeiras e muitas conquistas pela frente, os paroquianos fortaleciam a cada dia nas orações e na vontade de crescer e Avançar para Águas mais profundas, como dizia o tema da Campanha da fraternidade. O crescimento da comunidade era cada vez maior, e as necessidades também aumentavam a cada dia. Mas a comunidade se fortificava e desdobrava nos esforços para ver a obra de Deus crescer mais e mais. A conscientização do Dízimo na paróquia foi sendo trabalhada, e a medida em que as pessoas iam partilhando percebiam a graça de Deus acontecendo em suas vidas e sentiam-se cada vez mais fortalecidos na Partilha e na Generosidade.Percebiam que era necessário empenho dedicação para superar os obstáculos para alcançar os objetivos propostos.

Foi então que o dinamismo e a determinação de Pe. Carlos José Virillo, juntamente com o Conselho Administrativo, propõe a construção de um espaço Festivo, para melhorar as condições das promoções e dar dignidade aos participantes.  Com grande empenho e determinação em pouco tempo estava pronto o Espaço festivo. Logo em seguida compramos mesas, cadeiras e utensílios de cozinha.

Tivemos a graça de poder contar com os trabalhos pastorais de dois seminarista Antonio Ferreira e Rafael Casarin, que juntamente com pe. Carlos empenharam na formação e implantação de muitas pastorais, destacando os Ministérios de Coroinhas, Acólitos, formação de novos Ministros, Ostiárias, Pré-catequese e na formação e crescimento das demais pastorais. Destacamos também o resgate dos Eventos com a Juventude, pelo então Sem. Antonio, dando um novo vigor a juventude, eventos como a Sentinela Jovem (Vigília de Oração no Sábado de Carnaval) e o JOCAC (Jovens a Caminho de Cristo) que deu a 120 jovens de nossa comunidade a experiência de 3 dias de encontro pessoal com deus através de uma profunda reflexão e revisão de vida.

Mais um desafio…, a reconstrução da nova igreja. Mas como, se nos falta espaço? Surgiu então a proposta da construção de um centro de Pastoral e Evangelização. Mais uma vez a comunidade responde, acredita e empenha a mais esse desafio, pois precisamos continuar avançando para águas mais profundas. Já terminada a construção de Centro de Pastoral Imaculado Coração de Maria, 01 edifício de 04 andares, onde teremos um auditório no térreo e mais 08 salas para catequese e Evangelização. Agora nossa atenção está voltada para a construção das capelas de Santa Edwiges no bairro do Nair Maria e a nova comunidade no Jardim Panorama.

Nestes 11 anos de Paróquia podemos perceber que com Cristo as dificuldades são superadas, os desafios são constantes, mas à vontade e a determinação de vencer nos impulsiona para Águas mais profundas.

São Roque
Protetor contra pestes e epidemias
16 de agosto

“… Olho para direita e vejo: não há ninguém que cuide de mim. Não existe para mim um refúgio ninguém que se interesse pela minha vida, eu vos chamo Senhor, vós sois meu refúgio, sois meu quinhão na terra dos vivos. Atendei o meu clamor…” (Salmo 141, 5-7)

Montpellier, na França, foi no ano de 1295, cenário e berço do nascimento de um de seus mais ilustres filhos; Roque! O nobre Fidalgo João e sua esposa Libéria, aguardavam com ansiedade a chegada dessa criança, era afinal, uma benção desejada.

Roque foi levado a pia Batismal, já nos primeiros dias de vida; sua mãe Libéria, era mulher virtuosa, mulher de fé e piedosa, que via naquele frágil bebê, um sinal de amor de Deus.

O pequeno Roque teve uma educação primorosa, estudou nos melhores colégios e herdou de sua mãe os mais vivos sentimentos de fé, e vida de oração.

Quando completou vinte anos, foi duramente provado com a morte repentina de seus pais, vendo-se sozinho e com uma herança invejável, sentiu em seu coração um forte apelo ao despojamento. Dispos de todos os seus bens móveis em favor dos mais necessitados e os imóveis foram entregues aos cuidados de seu tio; Roque em condições de pobre peregrino, dirigiu-se a Roma.

Quando Roque chegou a Aguapendente, na Toscana, um terrível epidemia (Peste Negra) se alastrava, e nosso jovem peregrino ofereceu-se prontamente para tratar dos doentes que lotavam as enfermarias dos hospitais.

De Aguapendente seguiu para Caesena e Rimini, por toda parte onde chegava o jovem Roque, via-se desaparecer a terrível epidemia, como que a fugir do Santo.

Foi em Roma que a caridade de Roque achou um novo campo de ação, dedicando-se durante 3 anos, ao tratamento dos pobres e abandonados doentes. Depois voltou aos lugares onde já tinha estado, e seu zêlo escolhia entre os mais doentes, mais abonados, sempre nutrindo o desejo ardente de poder oferecer a Deus o sacrifício da vida.
Por vária vezes foi provado pela doença e em todas, o Senhor conservou-lhe a vida, no que todos reconheceram uma especial proteção Divina.

Na Itália, Roque conheceu o carisma franciscano e fez votos na Ordem Terceira, como irmão penitente. Restabelecidas as forças, Roque seguiu para Piacenza, onde a Peste dizimava a população. Com uma abnegação, que lhe era peculiar, dedicou-se ao serviço de enfermeiro no hospital, sendo também atingido pelo terrível mal. Após um sono profundo, foi acometido duma febre violenta e atormentado por uma dor fortíssima na perna esquerda, causando-lhe uma terrivel chaga.

Roque aceitou a doença, como uma Graça Divina, as dores chegaram, porém, a tal ponto que fizeram chorar e gritar continuamente. Em pouco tempo, Roque, viu-se abandonado e desprezado por todos, decidiu em seu coração, não se tornar um peso para ninguém. Com muito custo arrastou-se até um bosque e lá acomodou-se em uma cabana abandonada.

Confiando no Senhor e entregando-se a sua Divina Providência, Roque experimentou o amor de Deus, que todos os dias enviava um cão para alimentá-lo, trazendo um pão tirado da mesa do Fidalgo Gottardo.

Certa manhã Gottardo, observando as atitudes do cão, resolveu segui-lo e qual não foi sua surpresa ao encontra-lo na choupana em companhia de Roque. Assim todos descobriram o paradeiro do Santo.
Gottardo ficou algum tempo em companhia de Roque e este, sentindo-se restabelecido de sua forças decidiu voltar para sua terra natal.

A França, por aquele tempo, estava em guerra, e assim se explica que Roque, lá chegando fosse tomado por espião. O sofrimento e a dor tinham deixado marcas significativas em seu rosto, em seu corpo, que até o próprio Tio, que era o juiz da cidade, não o reconheceu e condenou-o à prisão.

Toda essa humilhação, Roque aceitou sem protesto algum, e todas as injustiças sofridas, ofereceu por amor a Jesus e pela conversão dos pecadores.

Por cinco anos permanceu encarcerado sem que ninguém o reconhecesse foi acometido por uma grave e terminal enfermidade, lá no cárcere recebeu os Santos Sacramentos. Confessou sua identidade ao Sacerdote, exalava de seu corpo um suave perfume de santidade que se-espalhou por todo o presídio, Roque com seus 32 anos, entregou sua santa alma ao Senhor humilde e silenciosamente, era o ano de 1327.

(O primeiro milagre póstumo que lhe é atribuido foi a cura do seu carceireiro, que se chamava Justino e era manco de uma perna. Ao tocar no corpo de Roque, para verificar se estaria morto realemente, sentindo algo estranho percebeu sua perna milagrosamente curada).

Seu sepultamento, foi marcado por muitas honras e grandes milagres, agora reconhecido com nobre filho de Montpelier. Tempos mais tarde seus restos mortais foram transladados para Veneza, onde seus devotos lhe erigiram um belo templo. Assegura-se que por intercessão de São Roque, muitas cidades foram poupadas da peste, entre elas Constança, na ocasião em que dentro dos muros se lhe reunia o grande concílio, em 1414.

O povo católico sempre nutriu especial confiança em devoção a São Roque e venera-o como padroeiro poderoso contra epidemias.
Será que não está a hora do povo Católico se unir em oração e clamar a intercessão de São Roque, junto ao Senhor, para que a “Gripe A”, seja definitivamente extinta. Devemos sempre acreditar, o Senhor tudo pode.

Para alcançar a vida eterna é necessária a prática da virtude. Em São Roque temos o modelo de homem virtuoso de fato.
Os Santos são setas que nos indicam o caminho que é Jesus, a verdade de Jesus e a vida que está em Jesus.
Oração a São Roque

São Roque, que vos dedicastes com todo o amor aos doentes contagiados pela peste, embora também a tenhais contraído, daí-nos paciência no sofrimento e na dor. São Roque, protegei não só a mim, mas também aos meus irmãos e irmãs, livrando-nos das doenças infecciosas. Enquanto eu estiver em condições de me dedicar aos meus irmãos, proponho-me ajuda-los em suas reais necessidades, aliviando um pouco o seu sofrimento. São Roque, abençoai os médicos, fortalecei os enfermeiros e atendentes dos hospitais e defendei a todos da doenças e do perigos. Amém.

Fonte: http://marcioreiser.blogspot.com.br/2009/08/sao-roque.html

 

O Peregrino

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